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Notícias

21:39 | Após morte, corpo infectado por novo coronavírus pode contaminar outras pessoas, explica médico

Após morte, corpo infectado por novo coronavírus pode contaminar outras pessoas, explica médico

O médico Edmilson Migowski explicou que, após a morte, um corpo infectado pelo novo coronavírus pode continuar contaminando outras pessoas. Ele alertou que o vírus pode ser eliminado por poros e, por isso, é importante evitar contato com os corpos.

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15:56 | Fiocruz lança chamada pública para apoiar população vulnerável

Fiocruz vai apoiar ações que reduzam contaminação do coronavírus
Fiocruz vai apoiar ações que reduzam contaminação do coronavírus Fernando Frazão/Agência Brasil

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) lançou nesta quinta-feira (9) duas ações para ajudar no combate à pandemia do novo coronavírus e diminuir o contágio entre as populações mais vulneráveis e expostos à contaminação. Uma delas é a Covid-19: Chamada Pública para Apoio a Ações Emergenciais junto a Populações Vulneráveis.

O objetivo é financiar, em todo o país, projetos que contribuam na prevenção do contágio nesses grupos sociais e também que garantam condições mínimas de sobrevivência para as famílias que sofrem impactos econômicos por causa das medidas de isolamento social em vigor em diversas cidades.

A chamada dividiu as propostas em três faixas, de acordo com o orçamento do projeto. A primeira para até R $10.000, a segunda até R$ 25.000 e a última faixa aceita propostas que custem até R$ 50.000. O orçamento total da Fiocruz para a chamada pública é de R$ 600 mil, proveniente de doadores para a instituição investir em ações emergenciais de enfrentamento à pandemia de covid-19.

Os projetos devem ser vinculados pelo menos uma destas cinco áreas de interesse determinadas pela Fiocruz: Segurança Alimentar; Comunicação; Saúde mental; Assistência específica a grupos de risco; e Ações que facilitem o cumprimento das medidas de afastamento social e higiene pessoal e coletiva.

Podem participar da chamada organizações da sociedade civil sem fins lucrativos com histórico comprovado de atuação junto a populações vulneráveis. No caso de coletivos sem personalidade jurídica atuantes em territórios socialmente vulneráveis, os projetos devem ser apresentados por instituição parceira legalmente constituída.

Segundo a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, a epidemia não chega da mesma forma para todos os territórios, devido ao tamanho e às desigualdades existentes no país. Com isso, as estratégias de contenção precisam ser diferentes, olhando para as realidades sociais de cada território do Brasil.

“A chamada pública vai destinar os recursos recebidos por doações para organizar uma resposta emergencial para populações mais vulneráveis. Com isto, a Fiocruz espera cumprir o papel que vem desempenhando há 120 anos de promover saúde pública para toda população”.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessadas no Portal Fiocruz. O envio de propostas vai até o dia 17 de abril e o resultado será divulgado no dia 1º de maio.

Campanha multimídia

A outra iniciativa da Fiocruz é a campanha multimídia Se Liga no Corona!, de prevenção à covid-19 nas favelas. A iniciativa é fruto de uma parceria com a organização Redes da Maré, associações e conselhos de Manguinhos, onde se localiza o campus da instituição, e o coletivo Favelas Contra o Coronavírus.

Serão difundidas informações sobre o novo coronavírus com embasamento científico e adaptadas ao contexto das periferias. A campanha vai usar formatos como radionovelas, spots para carros de som, cartazes, peças gráficas e vídeos para mídias sociais. De acordo com Nísia, a iniciativa é importante para atingir um público para o qual as campanhas educativas ainda não tinham sido direcionadas.

“Até o momento, as orientações de prevenção têm se dirigido ao público de classe média: medidas de isolamento em quartos individuais, evitar aglomerações, álcool em gel e outros exemplos. Mas nós sabemos que não é essa realidade da maioria da população. A campanha surge como um dos esforços da instituição, conjugado aos de nossos parceiros nas comunidades, para enfrentarmos juntos esse desafio”.

Entre os conteúdos disponibilizados há orientações sobre os protocolos de higiene para entrega de cestas básicas e distância entre as pessoas em locais públicos; vídeos de pergunta e resposta com especialistas; tema para foto e capa de perfil no Facebook; peças adaptadas para stories e feed do Instagram, entre outros.

Todo o conteúdo produzido pela campanha está disponível para download no Portal Fiocruz. O uso é livre para distribuição pelos coletivos, organizações e indivíduos. Nas comunidades da Maré e de Manguinhos, os conteúdo serão veiculados em rádios comunitárias e afixados em estabelecimentos comerciais, pontos de ônibus e moto-táxi, nas associações de moradores e em outras áreas de grande circulação de pessoas.

A campanha inclui também um selo de validação de materiais de comunicação produzidos por organizações comunitárias parceiras. O conteúdo será revisado por especialistas da Fiocruz e, se for procedente, recebe uma chancela científica com o selo Fiocruz Tá Junto.

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13:48 | Em 96 anos, Copacabana Palace fecha pela primeira vez no Rio

Hotel amanheceu com grades de proteção
Hotel amanheceu com grades de proteção Record TV

Em 96 anos de história, o Copacabana Palace, na zona sul do Rio de Janeiro, fechou as portas temporariamente pela primeira vez devido à pandemia do novo coronavírus. Os proprietários do icônico hotel decidiram suspender as atividades até o final de maio. Com isso, a fachada amanheceu nesta quinta-feira (9) cercada por grades de proteção.

Para fazer a manutenção do prédio quase centenário, uma equipe reduzida vai continuar trabalhando para garantir a limpeza e a segurança de piscina, três restaurantes e os mais de 230 apartamentos.

Segundo informações da Record TV, o último hospede a deixar o hotel saiu na última segunda-feira (6). No entanto, um morador ilustre deve permanecer nas dependências: o cantor Jorge Ben Jor, que vive no local desde 2018.

Em nota, o grupo Belmond Copacabana Palace informou que a indústria do turismo foi a mais afetada no mundo inteiro e que espera em breve abrir nossas portas para continuar encantando hóspedes e clientes.

Segundo dados do Hotéis Rio, no início de março, a ocupação da rede hoteleira estava em torno de 70%. Atualmente, devido à pandemia do coronavírus, a hotelaria conta com menos de 5% dos quartos ocupados.

O número de hotéis que suspenderam temporariamente as operações já chega a 60, o que fez com que a oferta de quartos caísse de 54 mil para cerca de 20 mil. Diante do cenário, aproximadamente 5 mil empregos estão ameaçados, e a estimativa é de demissão de 20% dos funcionários.

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12:18 | Saúde pública do Rio de Janeiro tem 1,2 mil profissionais afastados

Profissionais da saúde estão afastados devido ao coronavírus
Profissionais da saúde estão afastados devido ao coronavírus Rovena Rosa/Agência Brasil/ 09.04.2020

A saúde pública do Rio de Janeiro tem nesta quinta-feira (9) quase 1,2 mil profissionais afastados com sintomas da covid-19 ou por suspeita de contaminação pelo novo coronavírus.

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Na rede estadual, de acordo com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), atualmente 422 profissionais de saúde não estão no trabalho por suspeita ou confirmação de coronavírus.

A secretaria informou que esse número representa 2,2% dos profissionais que trabalham em emergências e em unidades de Pronto Atendimento estaduais, mas que não há, no momento, impacto no atendimento realizado na rede.

O maior número de profissionais afastados está no Hospital Estadual Carlos Chagas (106), seguido do Getulio Vargas (65), os dois na zona norte da cidade; no Azevedo Lima (44), em Niterói, na Região Metropolitana; Adão Pereira Nunes (23), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e Roberto Chabo (15), em Araruama, na Região dos Lagos. Nas 30 unidades de Pronto Atendimento, são 134, e na sede da secretaria 35 profissionais estão afastados.

Segundo a secretaria, profissionais de saúde, idosos e pessoas com comorbidades formam o grupo prioritário para a testagem da covid-19.

Rede municipal

Na capital, 768 profissionais de saúde estão afastados. Esse número representa 6,3% do total de 12.154 que trabalham nas unidades do município.

A SMS (Secretaria Municipal de Saúde) informou à Agência Brasil que nos hospitais de emergência e gerais do município 567 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares, estão afastados do trabalho com sintomas respiratórios suspeitos de infecção pelo novo coronavírus ou por pertencerem a grupos de risco pela idade ou por doenças pré existentes.

De acordo com a secretaria municipal, 145 profissionais de maternidades também estão impedidos de exercer as funções nas suas unidades. Já nos hospitais de institutos da rede de Saúde Mental, são 56 os afastados.

Ainda conforme a secretaria, apenas nos quatro grandes hospitais de emergência de administração direta da prefeitura, o Souza Aguiar, no centro; o Miguel Couto, na zona sul; o Salgado Filho, na zona norte; e o Lourenço Jorge, na zona oeste, são 330 afastados, representando 7,5% do total de 4.372 profissionais nessas unidades.

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11:50 | RJ: desembargador é alvo de ação da PF contra venda de decisão judicial 

Policiais cumprem mandados de prisão e busca e apreensão no Rio e em Santa Catarina
Policiais cumprem mandados de prisão e busca e apreensão no Rio e em Santa Catarina Divulgação/PF

O desembargador Siro Darlan é um dos alvos da Operação Plantão Fase 2, deflagrada pela Polícia Federal, contra uma organização criminosa suspeita de vender decisões judiciais no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) em favorecimento de milicianos e investigados por crimes de corrupção e tráfico de drogas.

Segundo informações da Record TV, agentes estiveram no apartamento do desembargador na Gávea, zona sul do Rio, e também no Tribunal de Justiça, na região central.

Ao todo, 60 policiais federais cumprem 15 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária expedidos pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) nos estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

Segundo a PF, o STJ também expediu medidas diversas da prisão, como suspensão do exercício da função pública e proibição de contato e de acesso a determinados lugares.

Na primeira fase da operação, em setembro de 2019, os investigadores apreenderam documentos e mídias que possibilitaram a reunião de novas provas de comercialização de decisões judiciais e tráfico de influência junto ao TJ-RJ. Entre os casos foi citado o pagamento de R$ 1 milhão como vantagem indevida para a soltura de investigados.

A PF informou que os suspeitos podem responder por crimes de organização criminosa e corrupção passiva e ativa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O R7 tentou contato com desembargador Siro Darlan por telefone, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto para manifestação da defesa.

Coronavírus

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a Polícia Federal reforçou a importância da ação em razão dos atos investigados se traduzirem "em fonte de paralisia para a ordem pública, com reflexos danosos para a credibilidade do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro", informou em nota.

A operação foi deflagrada, segundo a PF,  respeitando as normas internas, que estabelecem medidas de prevenção ao novo coronavírus.

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10:56 | Cabo da PM é morto a tiros após ser cercado por criminosos no RJ

PM foi assassinado por dois homens em Caxias
PM foi assassinado por dois homens em Caxias Record TV

Um cabo da Polícia Militar foi morto a tiros após ter o carro cercado por criminosos, na noite de quarta-feira (8), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

As câmeras de segurança da rua Copacabana, no bairro Vila Leopoldina, registram a ação dos bandidos. Nas imagens, é possível ver que um veículo fecha o automóvel do PM, quando dois homens descem atirando. Um deles só para de efetuar disparos depois de conferir que a vítima já estava ferida.

 Policiais militares ainda tentaram socorrer o colega ao Hospital Moacyr Rodrigues do Carmo, na mesma região, mas ele chegou já sem vida. Testemunhas disseram que o vidro dianteiro do carro do PM foi atingido por ao menos 10 tiros.

A DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) investiga se Fernando Aguiar de Melo, de 36 anos, foi vítima de um crime encomendado ou se foi confundido com outra pessoa. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. 

O cabo Melo trabalhava no 41º BPM (Irajá) e estava na corporação desde 2011. Ele deixou mulher e dois filhos. 

Com mais este caso, sobe para 20 o número de agentes de segurança mortos no Estado do Rio em 2020, segundo informações da RecordTV

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retirado do R7.com